Hipertensão e as Emoções

A hipertensão arterial (HA) faz parte do grupo de doenças cardiovasculares que representam o maior percentual de causas de mortalidade por doenças como acidente vascular cerebral (AVC) e infarto agudo do miocárdio.
Vale lembrar que a pressão tende a aumentar naturalmente em algumas ocasiões como: pós-atividade física, sustos, desentendimentos ou noites mal dormidas. Neste tipo de situação, o indivíduo não pode ser diagnosticado como hipertenso.
A obesidade, o sedentarismo, o estresse, o tabagismo e quantidades excessivas de álcool ou sódio (sal) na dieta podem desempenhar um papel no desenvolvimento da hipertensão arterial em pessoas que têm uma tendência hereditária para desenvolvê-la.
Porém, em alguns casos, a hipertensão também pode estar relacionada à problemas emocionais.
Viktor Von Weizsaecker, famoso médico alemão, adiciona às explicações anteriores que o aborrecimento contido na hipertensão basicamente se relaciona com um sentimento de humilhação. Isso indica que quem sofre de hipertensão sente que não chegou onde queria na vida e que a doença é uma maneira de compensar a distância.
No mesmo sentido, o doutor Luis Chiozza afirma que a hipertensão aparece quando sentimos que a dignidade pessoal foi ferida. Assim, a pessoa hipertensa percebe que foi tratada de forma injusta e experimenta um sentimento de impotência diante das ofensas ou dos maus-tratos que recebeu.
Existe um desejo a ser reivindicado, mas a estrada que escolhe para isso é a de se transformar em alguém “digno de piedade”. Em outras palavras, ainda mais desamparado. É por isso que surge a doença.
Por isso, é sempre importante a investigação da causa com exames físicos mas também ter o apoio de outros profissionais da área da psicologia, por exemplo, melhorando assim que o tratamento seja o mais eficaz possível!

Agência EverUp

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